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	<title>Arquivo de imprensa tecnológica - Revista Impressão &amp; Cores</title>
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	<description>Noticias do meio gráfico, comunicação visual e moda</description>
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	<title>Arquivo de imprensa tecnológica - Revista Impressão &amp; Cores</title>
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		<title>Imprensa Tecnológica a outra Vitrine Mercadológica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Barcellos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2023 12:20:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa tecnológica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cris Jordão p/ Viu i Art (Barcelona) e jCorpus (Brasil), 2022 &#160;   A ciência de obter e publicar noticiário tecnológico não é segredo, é uma profissão que exige saberes lítero-historiográficos e a capacidade jornalística para se entender que entre a máquina e a pessoa existe uma civilização em curso&#8230; &#160; Eis o início da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cris Jordão</p>
<p>p/ Viu i Art (Barcelona)</p>
<p>e jCorpus (Brasil), 2022</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>A ciência de obter </em></p>
<p><em>e publicar noticiário tecnológico </em></p>
<p><em>não é segredo, é uma profissão </em></p>
<p><em>que exige saberes lítero-historiográficos </em></p>
<p><em>e a capacidade jornalística para se entender </em></p>
<p><em>que entre a máquina e a pessoa existe </em></p>
<p><em>uma civilização em curso&#8230;</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eis o início da conversa com o editor/historiador João Barcellos, fundador, entre outras, das revistas Impressão &amp; Cores [2007], jCorpus [iniciado em 1994 e refundado em 1999], co-fundador dos jornais Treze Listras / TzL [1989] e O Serigráfico [1996], co-fundador da agêngia Koty Marketing Digital [2019] e do Grupo de Debates Noética [1996], membro e correspondente para as Américas do Centro de Estudos do Humanismo Crítico / CEHC [dirigido pelo filósofo Manuel Reis, em Guimarães-Portugal]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Olha, a primeira vez que conversei com o professor Soares Amora (uma indicação do amigo e mestre Aziz Ab´Sáber, e vizinho na Acutia guarani) foi na TV Cultura, na Sampa, e escutei dele uma lição: “Você é um jovem com muito material publicado, e bom, mas deixe-me lembrar que ser historiador e jornalista é preparar lições para o nosso dia a dia e para as gerações que virão ao encontro da memória que registramos hoje. E esse jornal que faz com o Paioli – o Treze Listras, é um trabalho que vai ser buscado lá na frente pelo que li até agora&#8230;”. E sabes?, nunca esqueci aquele abraço de pessoa que nunca se envergonha de se anunciar ´professor´ seja lá onde for.</p>
<p>Estamos em 2022, o ano que após a forte pandemia ´Covid 19´ abriu as portas aos mercados e já com a novidade de se interagir industrialmente com as plataformas da rede de computadores&#8230; (e eu, tento entrevistar o historiador, escritor, jornalista e conferencista João Barcellos do mesmo jeito que ele o faz)&#8230; Ai, ai, minha cara, agora estamos na era da programação de trabalhos gráficos e têxteis (principalmente estampas) a utilizar o telefone-computador; pois é, pode-se operar um trabalho de estamparia, por exemplo, na plataforma instagram, e enviá-lo para uma oficina onde imprimem tudo a contento, o que se pode chamar de gráfica digital e têxtil digital&#8230;, ou, como fala o Felipe Sanchez, do Grupo Bloom,</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“o nosso amanhã é</p>
<p>o hoje instagramável”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ora pois, essa afirmação diz tudo da evolução nanotecnológica que foi das tintas e outros insumos ao maquinário e faz do telefone um instrumento computacional que amplia a velha Facção têxtil, isto é, de casa, qualquer pessoa entendida em gravura e estampa pode empreender industrialmente, algo que eu debati anos atrás, acerca da plataforma whatsapp, tanto na Fespa Brasil (da AP&amp;S) quanto na Signs Nordeste (da FCEM), quando ainda a visão industrial no modo 4.0 era restrita a grandes corporações multinacionais, mas que então prometiam trabalhos programáveis tendo o telefone-computador como meio de acesso empresarial.</p>
<p>Quando fotografei o ´dj´ que operava também o ´instagram têxtil´, lá na ´Bloom´, lembrei as palavras do professor Soares Amora, e pensei:</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>a imprensa tecnológica é o registro e </em></p>
<p><em>é a memória da arte</em></p>
<p><em>e da indústria em que evoluímos cientificamente.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Escutar isto de alguém como João Barcellos é como escutar a história sendo feita, aqui e agora. Ao ver a foto que ele registrou do ´conceito instagramável´ percebi “a validade do jornalismo tecnológico engajado à engenharia e às ciências”, uma frase que ele escreveu no quadro negro junto a um “macacão d´engenheiro” em palestras para estudantes de jornalismo, no Rio e em Sorocaba, em 2015. E continuei&#8230;</p>
<p>Você fala muito da importância da siderurgia instalada no Morro Araçoiaba, no Século XVI, e do têxtil doméstico, como marcos do Brasil em progresso para liberdade e a nação, apesar da colonização. E hoje?&#8230; Olha, minha cara, quando fotografei o ´conceito instagramável´ (talvez não ´o conceito´, mas a operação em si), falei para o Georg Hans, meu sócio na Koty, a agência: “este conceito eletroeletrônico webizado (produção têxtil à distância) é a continuidade dos engenhos/fornos de ferro do Affonso Sardinha, o Velho. Na verdade, é o ontem que hoje se renova noeticamente pelos processos industriais, de casa em casa, de usina em usina”. E olha, Cris, assistimos a tudo isto em cada feira tecnológica que reportamos, mensagens que levamos ao mundo que vivemos e ao que vem.</p>
<p>Não quis continuar a entrevista. Falar com João Barcellos é escrever um livro. E, em poucas palavras, o escritor-historiador colocou-me no epicentro intelectual do verdadeiro jornalismo: “o saber pelo qual somos humanidade”, como ele costuma dizer a parafrasear o amigo e filósofo Manuel Reis.</p>
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