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Estampar

Estamparia

Estampar, criar moda, dar visualidade a uma ideia, reproduzir um milhão de vezes uma imagem para massificar uma identidade corporativa, ou social.
A estampa pode ser um produto gráfico-têxtil ou somente têxtil, ou somente gráfico, depende das plataformas técnicas utilizadas para a aplicação do processo. Hoje, o conjunto gráfico-têxtil está em plataformas computadorizadas que permitem a junção dessas artes milenárias; e, mesmo processos da velha guarda, como a serigrafia (que haviam sido anunciados ´extintos´), absorvem as novas tecnologias e enfrentam a era digital lançando produtos e renovando parâmetros operacionais. Continue lendo Estampar

Rosângela Antunes

RedStar
Da formulação de cores (até para remendar o malfeito por urubus-picaretas sempre de plantão…) à estampa perfeita, ela mais madruga nas instalações da Red Star do que em casa. Mulher serigrafista não é ´coisa´ rara nas estamparias sul-americanas, mas no Brasil, e principalmente no tripé nordeste-sudeste, a mulher ocupa espaço artístico-executivo em muitas empresas de pequeno e médio porte e nas quais se ´fizeram´ de peça serigrafada em peça serigrafada. Rosângela Antunes é uma delas… Continue lendo Rosângela Antunes

Inteligência Artificial

Inteligência Artificial

Uma Análise do G. D. Noética
Participantes: Rosemary O´Connor,
Fê Marques, Tereza Nuñez e Mário G. de Castro
Fev., 2018

“Tudo o que é máquina de produção
ou de transporte será um dia um programa
de computador acionado por qualquer
pessoa; e, todas as pessoas terão uma vida
mais saudável, como já anteviu
Nicola Tesla, o mago da ciência do hoje.”

J. C. Macedo – in “Amanhã, a Vida com Cheiro de Vida”,
palestra. Lisboa, 1983.

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Palavra do Editor

Ano Novo

O que esperar?

 

Sim, temos presidente, temos senadores e temos deputados. É a notícia do ano velho na véspera do ano novo.
Entretanto, sabemos que só com a pluralidade política e o pensamento no Brasil haverá soluções de médio-prazo para os gravíssimos problemas gerados por anos e anos de fúria centralista na condução do Governo federal.

A falta de autoridade (não falo do autoritarismo coronelístico) das instituições de segurança pública diante do crime organizado – na política e no narcotráfico – estabeleceu na sociedade o perigoso sentimento “nada acontece: a bandidagem faz o que quer e nós, que pagamos impostos, eis nos isolados”. Também, no meio empresarial as incertezas da administração pública (municipal, estadual e federal) travaram investimentos, projetos industriais, e até experiências cientifico-tecnológicas deixando o Brasil à mercê do ´importado´. As empresas nacionais cujo parque operacional lhes garantiu sobreviver tiveram grande impacto social com a redução de capital e de mão-de-obra, e na maioria dos casos, o pacto federativo nem delas tomou conhecimento…

Raramente lembramos o ano velho, e este 2018 vai ser, se possível, apagado da memória de muitas pessoas, que querem em 2019 um ano novo pela demanda de um progresso há muitos anos travado!
O que se espera? Que brasileiras e brasileiros entendam a importância da pluralidade política, no social e no profissional, porque sem unidade nacional nenhum país se liberta das amarras do atraso. E assim, que venha 2019, o ano novo!

BARCELLOS, João
Escritor, Pesquisador de História, Conferencista