Transfer & Sublimação Digital

Transfer com Tinta Pigmentada e Tinta Sublimática

A primeira, pigmentada, só é aplicada em tecido 100% algodão; a segunda, a sublimática, aplica-se em tecidos sintéticos (polyester, elastano, etc.), ou mistos, azulejos, chinelos e outros objetos.

Para materiais cujas superfícies não foram antes preparadas para receber imagens (ou outro tipo de decoração) e não oferecem ancoragem, aplica-se uma resina de polyester (PU).

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Existem diferenças entre Sublimação Digital e Estamparia convencional, porque o processo digital dispensa etapas manuais que são símbolos da estamparia artesanal/artística, como, por ex., a matriz serigráfica (quadro, tela, fotolito) e a operação quadricrômica (uma matriz para cada cor…), i.e., a engenharia de comando digitalizado operacionaliza os parâmetros de impressão automaticamente após o seu registro na memória da máquina impressora, seja para uma tiragem de milhares de peças ou para uma peça personalizada.

Presa Térmica MOGK

   O que se entende por Transfer convencional é uma Prensa que recebe um Papel especial com Tinta pigmentada: prensado o Oapel com o Objeto a ser decorado, a temperatura e tempo adequados, obtém-se a estampa. Se a Tinta é pigmentada, o Transfer pode ser aplicado em diversos objetos, técnica que gerou o conceito Foto-Produto na geração de produtos promocionais (ou brindes). No caso do Transfer Sublimático utilizam-se impressoras que têm programas de PhotoPrint (ou RIP) que comandam a impressão do arquivo memorizado com a imagem espelhada. Obs.: hoje, até os fotolitos para Estamparia Têxtil-Serigráfica são preparados em plotter (impressora digital)…

E, em todos os casos de Transfer, a regulação de três parâmetros são essenciais: Temperatura, Tempo e Pressão.

 

[Das observações sobre máquinas e insumos Ampla, J-Teck, Epson, Fremplast, Mogk, Embaplan, Roland DG, Gênesis, tanto em feiras setoriais como nas próprias empresas]