Edição 118 | OUTUBRO


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  • Colorimetria AMPLA
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  • Pedro Fabiano

Traço, Cor, Tinta
Moda & Sinalização

Ou: Comunicação Visual

   O traço de uma imagem a ser trabalhada com cores, i.e., luzes perceptíveis, e que vai virar tinta em formulação diversa para decorar/tingir vestuário, calçado, peças de publicidade, sinalizadores de utilidade pública e funcional, etc., é o universo industrial e tecnológico que embasa a Comunicação Visual.

   Existem dois tipos de Cor – a saber: a que percebemos como Luz e aquela que formulamos com Pigmento. A primeira é a energia que recebemos naturalmente enquanto vida, e a segunda é aquela que observamos refletida em um objeto pintado, ou seja, aquela que o nosso olhar percebe do pigmento aplicado como tinta.
Assim, existe um jogo de cores puras, ou primárias, que não se decompõem e que, juntas, formulam todas as cores. Se se juntar algumas tintas num recipiente o resultado é uma tonalidade quase preta, pois, havendo para cada cor uma frequência eletromagnética, temos o branco (mistura todas as frequências) e o preto (a falta delas) – ora, a cor é absorvida enquanto efeito refletido...

Sistemas RGB & CMY(K)  _  No sistema Luz, as cores primárias são Vermelho (Red), Verde (Green) e Azul (Blue) que, combinadas, geram o branco, enquanto que a mistura de duas cores primárias forma uma cor secundária.
No sistema Pigmento, as cores primárias são: Azul (Blue), Vermelho (Red) e Amarelo (Yellow), a composição RYB formulada por da Vinci; entretanto, hoje, as cores primárias são Ciano, Magenta e Amarelo, às quais se junta o Preto (K) realizando o contraste. Eis que estamos, então, no mundo da impressão, da tinta, pois que com estas 4 Cores (quadricromia) podemos criar várias tonalidades.
Combinando-se uma cor primária com uma ou mais secundárias obtemos as cores terciárias. Um aspecto importante: com o contraste, a combinação é subtrativa, porque com a soma de mais pigmento diminui a quantidade de cor a refletir.
As características do objeto colorido estão na Matiz (define a cor), no Tom (maior ou menor quantidade de luz) e na Intensidade (o brilho da cor).

“[...] Comunicação Visual é, então, a combinação de tudo o que formulamos para exibir gráfica, literária e digitalmente. A visualidade da mensagem é que define este conceito e mercado independentemente dos processos de aplicação...” – João Barcellos, nas palestras proferidas nos eventos da AP&S e FCEM, de 2012 a 2017.


Colorimetria Ampla

relação fabricante & usuário


A Ampla Digital, sediada em Curitiba, no Paraná, tem um departamento técnico especializado em auxilio no gerenciamento de cores. É um treinamento de capacitação de pessoal para que as empresas que adquirem máquinas e insumos Ampla Digital tenham total independência para gerir os procedimentos e operar as impressoras. O serviço de colorimetria permite o intercâmbio permanente entre a fábrica e o mercado. Este serviço oferece operacionalidade na gestão dos recursos técnicos: redução no consumo de tinta; Maior qualidade visual, que poderá ser analisada através de medições colorimétricas e densitométricas; Redução do desperdício de insumos, hora-máquina, tempo e dinheiro!; Maior precisão e rápida aprovação dos impressos, utilizando valores colorimétricos e densitométricos padronizados; Melhor comunicação entre o Setor Produtivo, Comercial e Clientes; Maior benefício ao cliente final, garantindo semelhança e aproximação visual do que você vê no seu computador e materiais impressos em outras tecnologias com a impressão digital.

/// Ampla Digital

www.ampladigital.com.br


SUSTENTABILIDADE

na impressão Gráfica,
Estamparia & Moda


É a palestra de João Barcellos, editor, historiador e conferencista, autor de vários livros sobre a Comunicação Visual. A palestra é também o tema de novo livro do intelectual luso-brasileiro.

O evento acontece Maquintex / Signs Nordeste, em Fortaleza-CE, às 18h45 do dia 4 de outubro (4ªf).

/// Sings Nordeste 2017 ///


Indústria & Conhecimento



A questão é: quem somos nós? E este quem somos o é por saberes tão velhos quanto a própria civilização, e em tal indústria do saber é que erguemos a cidadania entre o trabalho... e o trabalho! Assim, quando a porta da fábrica (da oficina, ou do escritório) se abre não adentramos somente um espaço físico, aí recebemos a segunda lição da vida: é fazendo que se aprende. A primeira acontece quando nos deparamos em sala de aula, ou não, com as primeiras letras, ou tarefas. Eis que abrir uma empresa passa pelo socrático conhece-te a ti mesmo e aí se [des]envolve um todo de saberes cujo lastro tem jogo de família, de escola, de macetes apreendidos entre mestres d´ofício, enfim, aquela leitura vivificadora que se observa, por exemplo, no empresariado que exibe maquinário e serviços tecnológicos numa feira em que ele, o empresariado, tem de reconhecer nas visitas de cada segmento econômico aquilo que ele é e representa socialmente. Para se chegar a este ´olhar´ que ´escuta e registra o mundo´ é preciso perceber nele o lucro do nosso estudo, como dizia Montaigne; por isso, e a lembrar aqui Simonsen, somos otimistas quando aguardamos o melhor da vida, mas é com a confiança que lidamos com o pior: em ambos os casos, buscamos a estabilidade socioeconômica numa previsibilidade política que, em tempos de ruptura (também chamada ´crise´), se alcança com a maturidade das vivências –, o brilho descortinador que é aquele olhar empresarial em busca de opções, nunca de certezas. Perceber uma indústria ativa é perceber um jogo de conhecimentos em cada agente, pois, esses saberes são o principal capital que faz uma empresa ser uma marca respeitada..., porque a marca começa pela grandeza de quem cria a empresa e por ela projeta um mundo novo no seio de uma comunidade.

BARCELLOS, João – in “Indústria & Conhecimento”, palestra. Guarulhos/SP, Julho de 2017.

J-Teck
coloriu a
Sampa

Durante a feira Serigrafia Sign Future Textil 2017, em São Paulo, a J-Teck montou um stand diferenciado e inovador. Entre banners impressos em sublimação digital, puffs, vitrines atrativas, a empresa usou e abusou de um colorido exorbitante com frutas e vegetação estampadas. Com a temática da natureza a J-Teck demonstrou que não basta ter um produto com cores fortes e de tecnologia, mas que o processo deve ser ecologicamente correto. Sendo a J-Teck certificada pelo Oeko Tex Standard em razão de serem as tintas base d´água ecologicamente corretas, o stand passou a mensagem. Com almofadas de fatias de frutas, a J-Teck encantou todos os seus clientes e visitantes, e a temática virou até cenário para tirar fotos e entrar no clima. Com um time de profissionais capacitados a empresa explicou as vantagens da impressão por sublimação digital, enquanto lançava canecas cerâmicas (fabricadas pela Oxford) para este segmento. Ao mesmo tempo, a J-Teck apresentou a E-Jet V25, novo modelo de impressora para sublimação digital com velocidade de até 75 m2/h em 2 passadas. Motivada por trazer ao mercado brasileiro novas possibilidades e produtos com qualidade e tecnologia a Equipe J-Teck mostrou as possibilidades de realização no mercado brasileiro.



AMPLA

NOVAS IMPRESSORAS,
NOVAS OPÇÕES!

Entre os dias 12 e 15 de julho, durante a tradicional feira Serigrafia/Sign, edição 2017, a Ampla Impressoras Digitais – única fabricante 100% brasileira no mercado de equipamentos de impressão digital – foi um dos destaques que maravilhou milhares de visitantes em São Paulo. A empresa exibiu o seu portfólio de produtos e incluiu o lançamento da impressora industrial New Samba XT RR Led UV, da impressora eco-solvente profissional Cromax e da Grandmax, na tecnologia solvente. Em meio a tal pujança tecnológica, exibiu ainda a sua impressora semi-industrial Elite RR Led UV.

CROMAX

Cromax



CROMAX

Elite RR Led UV



CROMAX

New Samba XT RR Led UV


[www.ampladigital.com.br]

CASO GQ&M
Paradigmas & Tecnologias

Súbito, lê-se: “Conexão global no mercado têxtil e digital”. Ora, o que é isto? Isto é adequação mercadológica consciente, tanto em produtos como em serviços (ou seja: na aplicabilidade dos mesmos) em excelência de sustentabilidade. Vem isto a propósito da mudança de paradigma nos meios tecnológicos da Comunicação Visual, como a estamparia especializada em transfer, serigrafia e plotagem, etc., porque a tecnologia eletroeletrônica (digital) alterou produção e com ela comportamentos. Os parques produtivos e a massa usuária na Comunicação Visual é hoje ´digital´, se não na aplicação, no comando do maquinário (do corte à estampa). Foi o que a Global, Química & Moda observou do alto dos seus 40 anos de mercado legando um exemplo de objetividade empresarial no Brasil.


Removedor Ecológico de
Resíduos de Tintas Têxteis

Uma das preocupações do impressor é o momento da limpeza de suas matrizes. Pois sempre surge aquela pergunta. Como conseguir uma limpeza que seja eficaz, rápida, que não polua o meio ambiente e claro, que seja barato? A Agabê, em parceria com a Remco Chemie (Alemanha), fabrica solventes ecológicos e químicos para equipamentos de limpeza e reaproveitamento de matrizes serigráficas possui o VARIOCLEAN S 4379 que é um limpador sustentável ideal para limpeza de tintas à base de água e a Plastisol. VARIOCLEAN S 4379 é um produto concentrado e muito versátil, que pode ser diluído conforme a necessidade. Desbloqueia telas durante e após as impressões. Pode ser recuperado por floculação, baixo nível de odor e melhor utilização quando trabalhado por recirculação. Além disso, possui alto ponto de fulgor, classificados como inflamável nem trazendo risco a saúde dos operadores.

www.agabe.com

DARWIN EM PORTUGAL, QUARTA DIMENSÃO E A DECORAÇÃO AUTOADESIVA:
O QUE HÁ EM COMUM?


Pedro Fabiano

Em recente artigo falamos sobre um Darwin generoso que permitiu ao mundo uma óptica atemporal de sua existência, embora trouxesse em seu bojo uma Teoria Evolucionista em que o Tempo seja um fator preponderante e protagonista. Em nossa I&C tivemos na edição de junho p. p. (nº 114) onde Castro resgata em seu genial artigo as falas de nosso Barcellos, quer seja, a quadrimensionalidade e suas relações com o movimento, tecnologias e estilismos. Ao descortinar o século 21 o mundo lusófono recebeu um ilustre regalo, que pululava em mentes acadêmicas, ávidas de saberes, pelas bancas da Universidade de Coimbra, ora feita em comemorado lançamento editorial, que perpetrou inda mais os escritos da Doutora em História, Ana Leonor Pereira. Este compêndio, “Darwin em Portugal [1865-1914] – Filosofia. História. Engenharia Social” trouxe a visão do Povo oriundo da “Portus Cale”, quer seja pelo viés do “Belo Porto” do latim dos romanos, quer seja “Porto Quente” dos gregos, que enfim cedeu o gentílico ao “Povo Castro” da já então dourada região da “Callaeci”. Isto posto, saúda-se a leveza com que Portugal recebeu a recém-lançada “Origem das Espécies” de Charles Darwin. Como o universo conspira e há sempre uma congruência astral promovendo uma espécie de “solstício de ideias” o nosso Castro traz a baila os falares de Barcellos; e foi outro Castro (o botânico coimbrão Júlio Henriques) que trouxe para Portugal (herdeiro do Povo Castro) a “Teoria de Darwin”, amenizando aqueles anos de turbulências da vida do cientista, que sofria com as disputas de egos de outras nações europeias. Dito isto, temos aqui o que os matemáticos denominariam um “sistema de equações” com diversas [aparentes] variáveis, mas em fato, não incógnitas. Vamos então à resolução deste, colocando em evidência o fator “Tempo” comum a Darwin, Castros, Barcellos e quartadimensionalidades. Assim teremos: Tempo é o que falávamos naquele artigo mencionado e veiculado com outro mote. Tempo é o que o Autoadesivo Decorativo permeia em sua “evolução específica” E dizíamos, quando Charles Darwin, há quase dois séculos, propôs a Teoria da Evolução das Espécies, nem de longe conceberia que as espécies também promoveriam a evolução natural de seus meios e habitats. Barcellos sabiamente encontrou a quarta dimensão no “movimento virtual” (se me permite o amigo) e este por motivadores tecnológicos. O movimento permite que o objeto da arte, quer do estilista ou da mídia de última geração, faça um deslocamento no Tempo e no Espaço, aí sim alinhadíssimo com o conceito da 4ª. Dimensão! Nesta linha evolutiva estão os Adesivos Decorativos de Alto Valor Agregado, que representam a última geração em solução para decorações e revestimentos (envelopamentos), que veem em salvação dos profissionais das áreas de Arquitetura e Design de Interiores, bem como os “Artistas da Adesivação” que são a tradução mais perfeita da “Lei de Darwin” no que se refere á adaptação das espécies. Como vimos, a Lei da Evolução se aplica a diversos segmentos em que a espécie humana, através de sua capacidade de criação de soluções que venham melhorar a vida em todas as dimensões. A quadrimensionalização da Decoração de Ambientes, com repaginações de móveis e demais produtos, através de tecnologias computacionais, está aí para terem esta teoria aplicada para as espécies evoluídas.

Pedro Fabiano _ Engenheiro Industrial c/ pós-graduação, pela USP, em Gestão de Projetos e Qualidade. Atua há mais de 15 anos como Professor e Coordenador em Universidades e Faculdades de Engenharia e Gestão de Qualidade, além de Consultor Empresarial para Gestão de Negócios, Processos de Produtividade.









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