Edição 105 | SETEMBRO


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MOGK RECEBE
PRÊMIO FEBRATEX 2016

   O FCEM | Febratex Group homenageia, através do Prêmio Febratex, os expositores que completam 10 participações na feira internacional Febratex.

   Na edição de 2016, a empresa blumenauense Mogk recebeu o Troféu João Luiz Martins Pereira, tributo ao saudoso ex-presidente da ABTT -  Associação Brasileira de Tecnologia Têxtil, Confecção e Moda, falecido em 2014. Haraldo Mogk, diretor comercial da Mogk, recebeu o troféu e declarou que “a Febratex é a melhor feira do mercado”. A solenidade de entrega do troféu foi realizada no dia 10 de agosto e contou com a presença da viúva de João Luiz, Liliana Martins Pereira, que fez um agradecimento emocionado aos organizadores da premiação. Participaram da cerimônia o secretário de Turismo de Blumenau e presidente da PROEB, Ricardo Stodieck, expositores, imprensa setorial e representantes da ABTT, ABRAMACO, ABIMAQ, ABIT e da ABQCT.

  Troféu João Luiz Martins Pereira     “A criação do Troféu João Luiz Martins Pereira é uma excelente homenagem a esse saudoso profissional, que foi presidente da ABTT durante duas gestões [de 2004 a 2009] e representou um marco de modernidade para a entidade, mudando o foco de uma atuação tradicional para um posicionamento moderno, promovendo o efetivo intercâmbio entre a indústria têxtil e os profissionais e uma aproximação com entidades patronais e profissionais”disse Antônio César Corradi, presidente da ABTT [Associação Brasileira de Tecnologia Têxtil, Confecção e Moda]. O Troféu, produzido em madeira e alumínio, é uma criação da artista plástica gaúcha Zetti Neuhaus que já teve suas obras expostas na International Exposition of Sculpture Objects & Functional Art [New York], Museu de Arte do Rio Grande do Sul – Ado Malagoli (MARGS), Museu de Arte de São Paulo, Canning House Gallery (Londres, Inglaterra), entre outros. 



[Fonte: Persona Comunicação / Fts Giselle Seibel]

UV
A importância da Cura Ultravioleta
na impressão, convencional e digital

Esta tecnologia de aplicação está no Brasil desde os Anos 90 do século passado, mas começou a ganhar espaço/mercado no início do Séc. 21 com a sua inserção também na impressão digital [plotagem], pois, era aplicada no sistema serigráfico, flexo e off-set, na cura de tintas e de vernizes, assim como no ramo moveleiro. A aplicação da Cura UV é um diferencial ecoindustrial, porque as tintas e vernizes têm formulações com ausência de compostos orgânicos voláteis [VOC´s / Volatile Organic Compounds], a par de um consumo de energia mais em conta do que o consumo com equipamentos convencionais. Além de promover a secagem/cura do material instantaneamente, o sistema trouxe a possibilidade de impressão de camadas múltiplas, logo, uma geração de imagens em relevo e texturas mais criativas. Por outro lado, este processo elimina o risco de perda de material porque a impressão é feita diretamente, então, perda só existe se o equipamento não estiver devidamente ajustado [luz/lâmpada, espelho, etc.] ou com manutenção errada.

O que é Cura por Ultravioleta?

A película de tinta aplicada no material vai do estado liquido ao estado sólido quando, passando no forno [luz e espelhos] recebe a radiação ultravioleta promovendo ligações químicas, i.e., reticulação [elos poliméricos interligados] ou polimerização entrecruzada [monômeros gerando uma macromolécula] nas substâncias reativas que estão na formulação. Entre os componentes da tinta está um que é de grande importância: o fotoiniciador. Quando a radiação ultravioleta quebra a ligação dos átomos do fotoiniciador obtemos radicais livres [moléculas], por seu turno obtidos na ligação entre os monômeros [solvente] e oligômeros [resina], quando ocorre a reticulação. No meio gráfico/serigráfico convencional a Cura UV é uma realidade em todos os segmentos pelo custo-benefício gerado, mas a sua aplicação na plotagem [impressão digital] aumentou o leque de vantagens técnicas, artísticas e comerciais. Material tipo semi-rígido e flexível, como MDF, PVC (também expandido), lonas, vidros, autoadesivos, aço, acrílico, etc., é hoje estampado/decorado com cores vivas e alta resolução, uma vez que a tecnologia LED UV [LED / Light Emitter Diode _ componente eletrônico semicondutor] é ideal, por ex., para a cura no sistema jato-de-tinta digital.

Empresas do Ramo _ Marabu, Speed Screen, Econolite, Phenix Máquinas, Gênesis, Phoseon Technology, Germetec, HP, Fremplast, UVTronic, Epson, Océ, Roland DG, Agfa, Tec-Screen, Bally, entre outras.



J-Teck Global

um time que dá certo

   Com um espaço de 110 m2, a J-Teck Global participou da Febratex, que ocorreu entre 9 e 12 de agosto de 2016, em Blumenau. A empresa apresentou novidades para o mercado da sublimação digital, com destaque para 5 impressoras estampando com tintas J-Teck3.

   Das possibilidades de conversões de equipamentos e produtos para sublimação digital às tintas para cabeça de impressão Panasonic, Kyocera e Ricoh, os clientes encantaram-se com as tintas Fluo, que permitem utilizar Pink e Yellow para estampas diferenciadas e com cores fortes, vibrantes, como é o caso do preto bem-preto e vermelho bem-vermelho. Eis o detalhe: a J-Teck Global demonstrou o que é uma boa tinta para sublimação digital.

   Por outro lado, a empresa demonstrou como a tinta seca, que produz muito mais, mantém a vida útil das peças (além de cores fortes); este desempenho técnico e comercial mantém a J-Teck em alta posição no mercado e é fundamento essencial para as parcerias com clientes das áreas de fitness, esportiva, moda, comunicação visual, produtos para cama/mesa e banho, infantis, enquanto outros visitantes buscaram expandir seus negócios com a J-Teck.

   O suporte técnico é feito por telefone e no local das empresas, além da rede de distribuição e técnicos em todo o Brasil. Durante a Febratex, a empresa teve no stand a diretoria e responsáveis pela Wasatch, Infiniti e D-GEN. É a importância do pós-atendimento e a expansão do conhecimento acerca da sublimação digital.

   J-Teck é um time que dá certo, proporciona aos clientes as informações com profissionalismo e com responsabilidade, além de que os produtos são ecologicamente corretos.
 

   E você? Faça parte deste sucesso também! Seja um[a] cliente J-Teck. Faça contato com a equipe e receba explicações sobre tudo o que à estamparia digital diz respeito.

[fone 47-3267.8400 / www.j-teck3.com.br]


Os velhos mestres alquímicos que, na Università de Bologna interpretaram a mundo cósmico-humano à luz do experimentalismo noético, deixaram um legado para a Ciência pouco estudado pela juventude nas escolas e desconhecido pela maioria do empresariado. Agora, as novas tecnologias, oriundas daqueles estudos que os religiosos tinham como ´bruxaria´, alargam os nossos horizontes e permitem-nos métodos de aplicação que a cada nova invenção nos levam à reengenharia da própria vida. “Pegar uma câmera digital e fotografar uma rosa no quintal, plantada por mim mesmo, e mostrar que a naturalíssima cor cósmica nunca é a mesma, apesar dos mesmos efeitos das gotas d´orvalho sobre as pétalas, é filosofar com tecnologias só possíveis diante da alquimia que agora nos permitem reproduzir fielmente a circunstância da captação da imagem, seja em material têxtil ou gráfico. Eis a base da comunicação visual que ilumina a moda, qualquer moda, e informação, qualquer informação...”, disse eu em 2 de Abril para jovens estudantes. Plataformas de maquinário para impressão digital têm hoje o mesmo eixo usinado cuja planicidade permite a obtenção de estampas com tintas formuladas para cada tipo de resultado através de cabeçotes aos quais a nanotecnologia impõe a qualidade da exatidão via computação gráfica. E tudo isto, começou lá no Século 12 com os mestres de Bologna e continuou nos Séculos 19 e 20 com Nikola Tesla, cujos inventos ainda estão a gerar novas tecnologia e aplicações eletromagnéticas e eletromecânicas para o universo da imagem têxtil e graficamente trabalhada, e principalmente da telecomunicação. E assim é que capt[ur]ar uma rosa no quintal e dela fazer arquivo no computador para lhe dar forma de algoritmo não é uma simples operação, como pode parecer olhando a foto impressa na capa da revista. A máquina impressora, o papel, o programa de computação, a tinta, o olhar de quem manipula a imagem para a inserir no layout da revista, tudo exige disposição multicultural, logo, uma engenharia mental cuja bagagem é uma caixa de ferramentas multiuso... E eis porque vos trouxe a rosa com gotas d´orvalho: precisamos, sempre, refletir sobre as tecnologias que aplicamos e a moda que fazemos.


COR: É uma informação processada no nervo ótico.

A saber: é a percepção visual gerada pelo efeito de um feixe de fótons sobre as células que compõem a retina, e tais células fazem chegar essa informação ao nervo ótico na forma de impressões ao sistema nervoso.








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