Edição 113 | MAIO


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A ARTE DE COMUNICAR ENTRE TEXTEIS
& GRÁFICOS

da roca ao tear passando pela termoimpressão e flocagem, os tipos móveis – ou: a moda e a sinalização enquanto comunicação visual



Só para situar... O cartão perfurado que digitalizou o tear foi o mesmo que deu início ao computador de milhares de resistores e válvulas! Se lá por 1450 o germânico Johannes Gutenberg inventou o tipo móvel reproduzindo a escrita tecnicamente, muitas e muitas eras antes já diversos povos tinham a escrita como meio de sinalizar suas origens e desenvolvimento sociocultural, de tal sorte que pela mesma época – uma época de inovações e de crescimento civilizatório para mulheres e homens de todas as raças e credos – o corpo humano começou a ser protegido por lã e por peles, além de tintas a sinalizar a paz e a guerra, então, era o tempo da roca e, logo, do tear. E, em 1785, o inglês Edmund Cartwright mecanizou o tear, inicialmente sem sucesso mercantil, mas, proporcionou ao francês Joseph-Marie Jacquard, em 1801, a possibilidade de orientar o tear mecânico para uma tecelagem com cartões perfurados, um quase sistema computacional.

O que era a moda da agulha, linha e roca, virou um visual industrializado que logo chegou à chapelaria e ao calçado – a elegância ganhou estilos diversos numa comunicação visual a sinalizar então vanguardas em marcha. Vanguardas que alteram tudo através da eletricidade e da lâmpada incandescente, produto da modernidade que surgiu em 1879 com Thomas Edison. Foi com a eleckron, que Thales de Mileto observou lá no Séc. VI aC, esfregando âmbar (uma resina) em peles, que o inglês William Gilbert, médico/físico da rainha Elizabeth, no Séc. 16, trabalhou o experimento para chegar às substâncias magnéticas [atração e repulsão] verificando também a eletroestática, pois, a eletricidade [do grego eleckron, ou âmbar] se manifesta sem atrito. Ainda no Séc. 19, em 1880, Herman Hollertith [um dos fundadores da IBM] aperfeiçoou o sistema jacquard ao aplicar-lhe o Binary Coded Decimal [bcd] para a leitura/contagem da perfuração. Juntando o poder elétrico de gerar luz artificial e energia para fazer mover máquinas, àquele cartão perfurado que comandava o tear, eis o computador, um mostrengo em área de 180 m2, e dito Electronic Numerical Integrator and Computer, o ENIAC, montado nos EUA por dois John, Eckert e Mauchly: em 1947 eles fizeram funcionar 18.000 válvulas e 70.000 resístores sob programação de ´velhos´ cartões jacquardianos operados por funcionárias do exército (as primeiras programadoras de computação). Entretanto, já a eletroestática era aproveitada para dar aspecto de camurça [flocagem] a objetos e roupas e calçados, etc., em meados do Século 20, quando o computador passou a ser uma plataforma para atividades gráficas e, logo, para têxteis, integrando-se a maquinário para desenho e corte sob programação. E a comunicação visual que gerava moda e sinalização de então nunca mais seria a mesma... Do computador pessoal à máquina de corte e impressão [plotter] de componentes nanotecnológicos, eis o gráfico e o têxtil digitais.

Sinopse de palestras de João Barcellos

RICOH
LINHAS DE PRODUÇÃO DIGITAL
5ª Cor

Dar capacidade à linha de produção gráfica, eis a questão. Empresas gráficas perdem negócios por falta de estrutura em maquinário digital. O segmento de gráfica digital conta agora com a 5ª Cor. Pois é. O sistema de impressão proporciona infinitas possibilidades. A nova extensão de cor suporta um toner branco, que cria imagens impressas em cores escuras e materiais pop metálicas. No âmbito da tecnologia de impressão digital a Ricoh possui uma linha de impressoras projetadas para prestadores de serviços de comunicação visual que querem aumentar a sua capacidade de produção. Uma das linhas da Ricoh é a série Pro C7100X, máquinas com velocidades de impressão de até 90 ppm e memória operacional de até 360 g\m². A alta qualidade de imagem (de até 1.200 x 4.800 dpi) é possível graças à tecnologia Vertical Cavity Superfície emissora Laser (VCSEL). Eis que as possibilidades criativas geradas com a 5ª Cor garantem que a prestador de serviço faça ela mesma a impressão, podendo produzir etiquetas, efeitos metálicos, caixas de transparências, propagandas de janelas, etc., ou seja, um universo de possibilidades.

Apoio editorial: Agência Agamais

CONSÓRCIO NACIONAL
AMPLA $ BB




O Consórcio Nacional AMPLA, desenvolvido em parceria com o Banco do Brasil, tem como objetivo fomentar negócios de vendas de equipamentos atuando como uma alternativa ao crédito bancário. A ação consiste na aquisição de cotas que, uma vez contempladas, serão transferidas para o cliente, que precisa dispor de apenas de uma entrada menor do bem, correspondente a cerca de 30% do custo total do equipamento a ser adquirido. O valor restante será financiado pelo Consórcio AMPLA em prazos de 36 a 48 meses, e a garantia poderá ser, na maioria dos casos, coberta pela própria impressora adquirida e aval dos sócios. Não é necessário que o cliente tenha conta no Banco do Brasil, e o custo total desta operação, com a soma das taxas de administração, fundo de reserva e correções monetárias, são menores que as cobradas pelo mercado convencional de financiamento bancário para pequenas e médias empresas. Toda a operação será concretizada mediante análise e aprovação de crédito pela Instituição financeira responsável pela administração do Consórcio. O diretor de novos negócios da AMPLA, Ricardo Augusto Lie, declara: “Sabemos das atuais restrições (e lentidão) do crédito bancário para financiamento de novos equipamentos, e o Consórcio AMPLA é uma alternativa para quem precisa e quer investir em seu negócio”.

Fonte: Persona Comunicação

ENVELOPAR

É arte, imaginação. No caso da decoração total ou parcial de carros, motos, barcos, aeronaves, etc., é preciso escolher máquina de impressão e recorte (plotter), um bom laminado autoadesivo e ferramentas adequadas para o serviço. Empresas como Alko, Imprimax, Aplike, vêm incentivando uma cultura própria no segmento de envelopamento, e até a Ronek desenhou e confeccionou um kit envelopador, e tais ações empresariais têm feito do Brasil um destaque internacional. Durante a FESPA Brasil, de 15 a 18 de março, no Expo Center Norte, na Sampa, você poderá acompanhar a exibição de material destinado a este segmento e concursos entre envelopadores.


Sistema Corte Lectra
nos ramos da moda,
automobilístico e mobiliário

novo Vector® iQ

Lectra, líder mundial em soluções de tecnologia integradas voltadas para indústrias que utilizam têxteis, couro, tecidos técnicos e materiais compostos, lançou uma versão inteligente de sua solução de corte de tecido mais vendida. Agora, por um preço igual ou inferior, conforme a linha, ao do modelo Vector® inicial, os fabricantes dos setores da moda, automobilístico e mobiliário podem aumentar a produtividade até 10% com um dispositivo patenteado de corte contínuo automatizado e uma manutenção preditiva. Eclipse, o dispositivo de corte contínuo da solução inteligente Vector iQ, encontrava-se anteriormente disponível apenas nos Vector de categoria superior. Desenvolvido há 22 anos pela Lectra e, desde então, usado por 4.354 empresas pelo mundo, permite aumentar a produtividade até 10% graças à sua capacidade de corte ininterrupta, conforme o material avança automaticamente. A fiabilidade e o rendimento proporcionados por esses novos recursos são fundamentais para as empresas que contam com um custo competitivo por peça cortada e um custo total de propriedade otimizado. A excelência operacional visada há muito pelos fabricantes de automóveis agora também determina as melhores práticas nas áreas de moda e de móveis. Pela primeira vez, o serviço Lectra Power Premium cobre toda a linha Vector, mesmo os modelos iniciais. Ele inclui a manutenção preditiva, projetada para reduzir o risco de inatividade e paragem da máquina. Desfrutando de diagnósticos proativos, baseados em dados, e recomendações quanto às ações a serem executadas, os clientes podem alcançar um nível de disponibilidade de máquina de 98%. O diagnóstico remoto possibilita analisar os dados coletados nas instalações do cliente em tempo real e compará-los a normas predefinidas. Assim, a equipe do serviço de atendimento ao cliente Lectra pode alertá-lo sobre eventuais problemas técnicos antes que a paragem aconteça. Apoiando-se em uma poderosa estrutura mundial, a Lectra pode fornecer, em qualquer lugar e dentro do período definido, o nível de acompanhamento necessário aos clientes sob contrato. A presença internacional da Lectra, associada a serviços e um acompanhamento de alta qualidade, torna possível agir rapidamente para que os fabricantes usufruam de uma disponibilidade de máquina e produtividade máximas. “O Vector iQ é uma nova solução de corte de tecido, ao mesmo tempo sofisticada e acessível, que proporciona ganhos enormes de produtividade e tempo ativo de funcionamento”, observa Céline Choussy Bedouet, Diretora de Comunicação e Marketing da Lectra. “Ambos são alavancas que agregam valor para nossos clientes, que eles produzam bancos de carros, móveis ou roupas. Polivalente e acessível, o Vector iQ eleva o desempenho a um outro patamar”.

ArtPresse

Móveis & Couro
um time que dá certo

Duas artes milenárias: a moveleira e a coureira. Entre a era do artesanato da tábua e resina, curtir e cortar a pele, respectivamente..., a era industrial dos Sécs. 18 e 19 tratou de alterar procedimentos para um melhor desenvolvimento dos produtos, mas foi em meados do Séc. 20 que moveleiros e coureiros começaram a ver outra luz para as suas artes utilitárias: a automação de processos. Uma das companhias que apostou na automação de processos para linhas de produção foi a francesa Lectra que, pela demanda tecnológica nos meios automotivo e têxtil, chegou ao moveleiro e ao coureiro no que tange ao dimensionamento e corte automático de peles para móveis estofados com couro e outros objetos utilitários. Um dos processos da Lectra é o encaixe das peças off-line: a máquina Versalis Furtinure fornece online a identificação das imperfeições e logo prepara o encaixe para o corte perfeito do couro; este processo aumenta a eficácia e reduz o desperdício, diminui o tempo de fabricação e maximiza a eficiência do processo. Agora, os equipamentos/programas Lectra estão em linhas de montagem de moveleiros e coureiros de todo o mundo que operam na tranquilidade da eficiência que garante qualidade e bom preço.

Lectra / marketing.brazil@lectra.com

Tucano
TORNADO AUTOMÁTICO

[TA85XY]
O equipamento de pré cura Tornado Automático, com 85 cm de área útil, é utilizado para eliminar a mão de obra auxiliar na cura de resinas serigráficas. Com o sistema automático a uniformidade da secagem é garantida proporcionando o mesmo resultado em todas as áreas de impressão. Com a secagem continua, evita-se a perca de tempo com o ganho em produção, aliado à diminuição de consumo de energia.

TUCANO /  Fone 62-3233.8282
vendas@tucanoequipamentos.com.br

ESTAMPA DIGITAL
a impressão e as cores que
fazem da comunicação visual
uma moda sem idade

O processo...
A confecção da estampa tem 3 estágios: a) criação do desenho; b) impressão; e c) acabamento. E é só? Não. A estampa digital é o que se diz ser hoje o têxtil digital, logo, é preciso conhecer os meandros tecnológicos para que na simplicidade da estampa-quase-pronta no computador pressionar os botõezinhos da máquina. Conhecer papeis e tecidos preparados para digitalização, tendências de mercado gráfico-têxtil e conceitos de aplicação de cores é importante... A impressora digital, ou plotter, reproduz padrões de desenhos, imagens e cores; a plotter possui cabeças de impressão do tipo jato de tinta [inkjet] sob comando de computação gráfica com programas [softwares] especiais. Uma boa leitura e conselhos de técnicos em tintas e plotters ajudam muito neste mercado de alta competição artística e financeira.

Saiba Onde:

Embaplan / 11-3855.2388;
La Estampa / 11-3051.5529;
J-Teck Global / 47-3267.8400 e 11-3473.6443;
Mogk / 47-3323.5844;
Papeis Havir / 11-2976.5233;
Roland DG / 11-3500.2600.

bannerjet no Peru

Na primeira quinzena de setembro o diretor da bannerjet, Marden Alves, esteve em Lima, capital do Peru, para verificar a intensa e conhecida concorrência entre os profissionais de comunicação visual. O que nos diz o executivo brasileiro da experiência? “Você já viu ou pode imaginar uma galeria em que várias empresas estão uma ao lado da outra – literalmente, parede com parede – imprimindo muito e concorrendo cada qual com o seu preço? Quem ganha a batalha? Certamente quem entrega mais rápido (afinal, como diz o ditado, tempo é dinheiro)! Aonde é feito o acabamento? No chão, isso mesmo, no chão. É bem comum você encontrar funcionários recortando pvc, adesivo e lona ao seu lado. Tem até fabricante de letras de acrílico e artista pintando painel com aerógrafo”. Esta experiência demonstra que a América do Sul não está parada no tempo tecnológico, que existe espaço, sim, para parcerias empresariais no continente. O grupo empresarial comandado por Marden Alves está no mercado da Comunicação Visual há 14 anos e leva o nome bannerjet pela marca de um dos produtos importados que disponibiliza no Brasil.

bannerjet // www.bannerjet.com.br
17 3234-2609 / Whatsapp 17 99651-4399











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